O verão chegou e, com ele, a vontade de cuidar da pele, suavizar marcas do tempo e recuperar o viço perdido ao longo do ano. Uma dúvida muito comum nesta época é: “Posso fazer bioestimuladores no verão?”
A resposta é: sim — e, em muitos casos, o verão é um excelente momento para começar, desde que a técnica e a indicação estejam alinhadas com a avaliação médica.
Por que bioestimuladores são ótimos no verão?
Ao contrário de alguns procedimentos que exigem afastamento total do sol, os bioestimuladores de colágeno (como ácido polilático e hidroxiapatita de cálcio) não são fotossensibilizantes. Isso significa que, se aplicados nas técnicas corretas e nas quantidades adequadas, eles podem ser realizados com segurança mesmo nos meses mais quentes.
E o melhor: seus efeitos são progressivos e cumulativos. Ou seja, o estímulo que você promove agora é justamente o que vai aparecer nos próximos meses — período em que também queremos estar com a pele mais firme, uniforme e sustentada.
Os benefícios mais desejados nesta época do ano
✔ Firmeza e sustentação natural
Com o calor e roupas mais leves, muitas pessoas reparam mais em flacidez de abdômen, braços, glúteos e coxas. Os bioestimuladores são perfeitos para devolver essa estrutura, dando um aspecto mais “compacto” à pele.
✔ Harmonia facial suave e sem exageros
No verão buscamos naturalidade. Bioestimuladores, quando bem aplicados, promovem contorno facial discreto, melhoram a qualidade da pele e tratam a flacidez antes mesmo de ela ser perceptível.
✔ Tratamento de áreas “esquecidas”
A estação evidencia regiões que costumam ficar de lado:
- colo
- pescoço
- braços
- glúteos
- abdômen
Nessas áreas, bioestimuladores oferecem resultados que cremes e academia não alcançam sozinhos.
O que muda entre um resultado comum e um resultado extraordinário?
Dois fatores determinam a diferença:
1. Técnica
Um mesmo produto pode entregar resultados completamente opostos dependendo da abordagem utilizada. Técnicas como:
- hiperconcentração (para colos finos e rugosos)
- diluições estratégicas (para qualidade de pele)
- vetores de tração (para contorno e sustentação)
- indução corporal (para áreas amplas)
Tudo isso altera a forma como seu colágeno será estimulado — e, portanto, o resultado final.
2. Quantidade
A dose certa, personalizada para cada área, faz toda a diferença entre:
- um estímulo insuficiente (sem resultados)
- e um estímulo adequado, que realmente transforma a pele ao longo dos meses
Bioestimulador não é “uma seringa por área”. É planejamento, arquitetura facial e corporal, e conhecimento profundo da região tratada.
Quem mais se beneficia do tratamento no verão?
- Quem sente a pele mais fina ou flácida
- Quem percebeu perda de contorno no rosto
- Quem quer prevenir marcas para o futuro
- Quem busca naturalidade e resultado progressivo
- Quem quer melhorar a qualidade da pele para o resto do ano
Quando evitar ou adiar?
Existem situações específicas em que o bioestimulador não é a melhor escolha — e é aí que a avaliação médica se torna indispensável. Cada pele, cada anatomia e cada necessidade pedem uma estratégia própria.
Por que avaliar agora?
Porque o colágeno que você estimula hoje é justamente o que vai estruturar sua pele nos próximos meses — e o verão, com clima mais leve e agenda social ativa, costuma ser o momento perfeito para quem busca naturalidade, viço e frescor sem exageros.
Se você tem curiosidade, insegurança ou quer entender qual técnica traz o melhor resultado para o seu caso, uma avaliação cuidadosa é o primeiro passo. É nela que definimos plano, técnica, quantidade, segurança e expectativas realistas — tudo alinhado com o que você deseja.
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